Dia 53: deambular por Antigua
- marianaoliveiracos2
- 27 de fev. de 2022
- 4 min de leitura
Como no primeiro dia tínhamos só tido uma tarde para passear, hoje deixámos o dia inteiro para nos perdermos pelas ruas de Antigua.
Não chegou bem a ser o dia inteiro, porque estávamos todos podres de ontem e só acordámos já passava das 9h00. Entre banhos e pequenos almoços, acabámos por sair do hotel já passava das 11h30. A primeira paragem seria no Choco Museum onde o Martim e a Vera iam fazer um workshop especial. Guardámos segredo até à entrada e quando chegaram e perceberam que iam fazer um chocolate ficaram completamente em êxtase.
Achámos o programa um bocado longo de mais para crianças, porque explicaram desde o fruto cacau, até à semente e acabando em como os Mayas faziam o chocolate! Ao mesmo tempo que o Martim e a Vera estavam dois miúdos americanos de 4 e 8 anos e que ao fim de 5 minutos da explicação da senhora já estavam todos completamente noutra. Enquanto o Martim e a Vera fizeram uma barra de chocolate só com aquele toping de brigadeiros colorido, os miúdos americanos juntaram sal, canela, hortelã, amendoim, café,..! Tudo e mais alguma coisa! Enquanto as crianças faziam os chocolates, nós íamos conversando com os pais que eram super simpáticos e curiosamente tinham estado em Lisboa há 4 meses. Como amanhã também vão para o mesmo sítio que nós, acabámos a trocar números e a combinar almoçar ou jantar. Veremos se vai acontecer amanhã ou se um dia mais tarde quando voltarem a Lisboa ou nós a Nova Iorque!





A Vera começou a atacar antes de estar feito!



Saímos do Choco Museum e como já eram 14h00 queríamos ir almoçar. Há 2 dias tínhamos passado por uns restaurantes com bom aspecto e decidimos ir ao Casa Escobar. O espaço é muito giro e com uma vista espectacular para uma ruína de uma igreja. É uma "steak House" e foi escolhida porque a outra opção era um mexicano e o Martim (Pai) não está muito bem da barriga.
Comemos umas carnes óptimas, que punham várias que comemos em Buenos Aires num chinelo! Os miúdos dividiram um hambúrguer. Antes do almoço chegar, os senhores do restaurante ofereceram uns desenhos e uns lápis de cor para eles se entretecerem. Tem sido muito engraçado ver que os restaurantes que já fomos na Guatemala todos eles ofereceram sempre este "kit" para as crianças. Poderia ficar a dica para restaurantes de outras partes e assim evitar os tablets e telemóveis à mesa que tantas vezes vimos nas mesas vizinhas.





Depois do almoço e já com a Vera a fazer a sesta no carrinho, fomos procurar os correios para deixar os postais. Tendo em conta que compramos em todos os países e que não conseguimos escrever todos os da Costa Rica, já temos alguns acumulados. Infelizmente os correios da Guatemala, à semelhança dos da Nicarágua, também não enviam para Portugal, pelo que mais uma vez não vamos enviar. Pode ser que no México consigamos enviar.
Ao lado dos correios estava um mercado com várias bancas de artesanato, roupa, dvds, brinquedos,..., tudo e mais alguma coisa. Como estava algum calor e o Martim (filho) já estava a ficar cansado, decidimos ir embora e comprar um gelado para ver se carregava baterias.
No caminho para o gelado a Mariana ia parando em lojas para tentar comprar as bonecas da preocupação, que é algo típico aqui da Guatemala. Conseguiu comprar todas as que precisamos e será um presente que iremos enviar para dar de presente aos amigos da escola do Martim e da Vera.



Fotografia tirada pelo nosso mini fotografo - Timtim


Ficámos com muita pena de não experimentar este restaurante.

Cara de chateado com os correios da Guatemala!




Quando a Vera acordou, devia estar a sonhar com gelados e pediu imediatamente um! Andava a namorar desde o primeiro dia uns gelados que se vendem na rua, por terem muitas cores e pelo carrinho dos gelados ter o Mickey e a Minnie. Estávamos seguros de que não ia gostar, mas como ela tem "alguma" teimosia disse que queria na mesma. Nem meia lambidela depois e já nos estava a entregar o cone e a dizer que afinal não gostava. O gelado é uma mistura de frutas e por cima ainda se pode pôr uma calda de frutos vermelhos. Devemos ser nós que devemos estar mal habituados, porque os locais passam os dias a comê-los, mas não passou na prova de nenhum membro da família.
Seguimos com as nossas voltas, entrámos em algumas igrejas bonitas e bem arranjadas, conhecemos e entrámos em novos restaurantes, e perto das 18h00 regressámos ao hotel para fazer as malas.

























Enquanto a Mariana fazia os sacos, o Martim e a Vera descobriram que havia um jacuzzi no hotel e não descansaram enquanto não arrastaram o Martim Pai com eles. Lá foram os três, mas passado pouco mais de 30 minutos regressaram porque estava algum frio na rua e os miúdos já estavam a bater o dente e a desejar por um banho de água quente.
Quando acabámos as malas já eram quase 20h30 e por isso decidimos que o melhor seria jantarmos novamente no hotel para estarmos frescos para nova viagem longa de carro amanhã.




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