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Dia 43 e o sonho do Martim (pai) tornou-se real

  • marianaoliveiracos2
  • 16 de fev. de 2022
  • 3 min de leitura

Já lá vamos ao sonho que se tornou real, porque antes vamos começar com o que mais pareceu um pesadelo.

Eram 7h00 e começámos a ouvir imenso barulho colado à janela do nosso quarto. Sem perceber bem o que era, tentámos dormir mais um bocado mas era tão intenso que já pelas 8h30 nos levantámos para ir ver. Quando levantámos a cortina, vimos que estavam uns 5-6 homens à conversa enquanto desmontavam umas tendas, outros apanhavam cocos das árvores e os atiravam para o chão. Ficámos incrédulos com a situação e a Mariana saiu disparada do quarto, ainda de pijama (!), para mandar os homens calarem-se e pararem imediatamente com a situação. Deve ter sido do seu espanhol fluente misturado com o ar de mãe irritada por estarem a acordar os seus filhos, mas um facto é que os homens pararam imediatamente. O Martim foi à recepção reclamar em busca de alguma compensação e conseguiu receber absolutamente nada. Um pedido de desculpas e aquele clássico "vou passar a informação ao nosso director", mas não passou daí.

Às 10h15 estávamos a sair do hotel para nos encontrarmos com o nosso motorista para rumar ao nosso destino dos próximos 7 dias: Hacienda Iguana. No caminho quisemos parar em Granada para conhecer a cidade. Foi engraçado de se ver, mas foi também uma coisa rápida, pelo que nem 1 hora de paragem e já estávamos de volta à estrada. No caminho a Vera, Martim (filho) e Mariana adormeceram e o Martim (pai) aproveitou para parar e ir ao supermercado abastecer para o resto da semana.




















Entretanto os 3 dorminhocos acordaram e juntaram-se ao Martim no supermercado, com a noticia de que a Mariana se tinha esquecido da Carteira no Hotel de Manágua (a 2h30 de distancia), ligamos para lá confirmaram que lá estava e ficamos de passar a apanhar dentro de uma semana quando voltarmos à cidade.

Compras despachadas e ainda tínhamos mais uns 45 minutos de caminho pela frente até ao destino final.

A expectativa era grande, porque a casa que tínhamos marcado parecia óptima online e é em cima da praia. Praia essa que tem "altas ondas", daí ser um dos destino que o Martim mais ansiava chegar!

Quando chegámos o Martim ficou logo desiludido porque parecia que não havia ondas. O dono da casa recebeu-nos, ajudou a descarregar o carro e em conversa tranquilizou o Martim dizendo que não era a melhor maré, mas que mesmo assim entravam umas ondas boas. Como da nossa sala se vê o mar, o Martim realmente viu umas ondas boas a entrar, olhou para a Mariana e ela percebeu imediatamente a mensagem: "mete só o Martim e a Vera entretidos enquanto eu arrumo o frigorífico e podes ir surfar". Dito e feito! Crianças entretidas e o Martim, talvez o que ficou mais entretido de todos, lá pode ir surfar e apanhar boas ondas!

Surf feito e era hora de ir com o Martim e Vera para a piscina e para a praia para se mexerem e gastarem energias que estavam acumuladas de quase 3 horas enfiados no carro. O pôr do sol aqui também é muito bonito, mas não tanto como o da Costa Rica em que o céu fica todo encarnado.

De volta a casa era hora de dar banhos e fazer o jantar. Estar numa casa é incomparavelmente melhor que estar num hotel. Para além de haver mais espaço, permite recuperar algumas das rotinas de Portugal e assim foi óptimos podermos cozinhar e fazer um jantar que nos pareceu mais "normal" e muito familiar.

Fizemos bifinhos de peru grelhados com arroz e feijão e foi de longe a melhor refeição dos últimos dias.


Vista do nosso quarto!

A vista do nosso jardim!


"Pais, sou um croquete!"




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